Com a eleição para presidência do Brasil se aproximando, não seria possível deixar de registrar algumas reflexões sobre o momento. O país se encontra em um período crucial em sua trajetória de democracia e civilidade. Após a promulgação da Constituição de 1988, nunca se viveu tamanha ameaça às instituições que compõem os três poderes. O uso de violência, a escalada armamentista, o menosprezo à saúde dos brasileiros e à ciência, a destruição de florestas, as privatizações desmedidas e mazelas do tipo passaram a ser naturalizadas inescrupulosamente.
O segundo turno se aproxima. O país está dividido entre dar seguimento à barbárie e a esperança de uma reconstrução árdua, que leve à superação do trauma e da desconstrução que se vivencia. É hora de união das forças democráticas em torno de uma forte bandeira: não ao que aí tremula. O Brasil não merece mais quatro anos de desgoverno, sendo posto psicopaticamente em caminhos tortuosos e beligerantes.
A opção que nos consola já tem história de postura democrática, social, desenvolvimentista, de respeito às instituições e a todos os brasileiros. É preciso fortalecer esse caminho, no afã de mudar os rumos dessa história. Urge apagar definitivamente da memória expressões e escândalos que só trazem o sentimento de vergonha enquanto cidadãos: rachadinhas, orçamentos secretos, sigilo por cem anos, desmatamentos incomensuráveis, compra de cinquenta e um imóveis em dinheiro vivo, e tantas outras.
Basta de humilhação e desacertos. É preciso dar um novo destino à nação. Tirá-la do mar de lamas em que se encontra. É hora de restabelecer a autoestima dos brasileiros. Neste sentido, materialize essa opção: dia trinta de outubro de 2022 é hora de cravar Lula (13) nas urnas, sem medo de ser feliz! Traduz-se, desta forma, a transmissão e distribuição que todos almejam: gerar empregos, desenvolvimento e riquezas que assegurem a sobrevivência digna das atuais e futuras gerações!

Parabéns, professor, pela lucidez e pela coragem. Em meio a um cenário tão ameaçador, e vendo diariamente colegas de profissão iludidos por um pseudo-patriotismo, arma tão utilizada por ditadores ao longo da história, e de tantos religiosos se valendo de pânico moral para justificar sua escolha num caminho que comprovadamente só nos trouxe morte, destruição e corrupção; são posições assim que nos dão ânimo para seguir em frente, lutando por um caminho mais justo para todos.
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Obrigado Dilson! Não podemos baixar a guarda!!!
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